Por vezes sinto-me perdido, como que à deriva.
E nem sequer consigo ficar parado até recuperar o sentido de orientação... Caminho ainda mais apressadamente.
Como se caminhasse ébrio e os passos se precipitassem perante a eminência da queda, no desespero de recuperar o equilibrio.
Nos últimos dias tenho corrido para lado nenhum... corro apenas, sem destino...Sinto que não posso parar.
Ao passar, todos os rostos me parecem iguais, todas as ruas são iguais, todos os caminhos se repetem... como num erro cíclico...numa espiral em rotação.
Mas sinto que aquilo a que fujo...não consigo deixar para trás...
E nem sequer consigo ficar parado até recuperar o sentido de orientação... Caminho ainda mais apressadamente.
Como se caminhasse ébrio e os passos se precipitassem perante a eminência da queda, no desespero de recuperar o equilibrio.
Nos últimos dias tenho corrido para lado nenhum... corro apenas, sem destino...Sinto que não posso parar.
Ao passar, todos os rostos me parecem iguais, todas as ruas são iguais, todos os caminhos se repetem... como num erro cíclico...numa espiral em rotação.
Mas sinto que aquilo a que fujo...não consigo deixar para trás...

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